ago 01

Quem é o Sacerdote?

 

 padre

Este mês de agosto é muito especial para nós, pois é o mês vocacional. Neste domingo comemoramos o dia do Padre.

Mas quem é o Sacerdote?

A resposta da tradição católica é a seguinte: o Sacerdote é o ungido do Senhor. Pela unção sacramental do dia de sua ordenação, ele é identificado sacramentalmente com Cristo, o Sumo e Eterno Sacerdote. Torna-se o legítimo representante de Cristo. Quando preside a celebração dos Sacramentos, principalmente a Eucaristia e a Reconciliação, ele age in persona Christi, ou seja, na pessoa de Cristo, fonte de onde provém a vida para todos os membros da Igreja (Dom Benedito Beni).

A palavra Padre, quer dizer pai e literalmente é isso que o Sacerdote deve ser para a sua comunidade. A responsabilidade desta palavra deve ser vista com muito carinho por todos nós leigos. Algumas vezes fico meio indignada de notar que nos dias de hoje, as pessoas não levam tão a sério assim o sentido desta palavra, nem mesmo os membros das nossas pastorais. Sabemos que o nosso clero está passando por momentos de tormento, mas não cabe a nós julgá-los, cabe a nós orar pela santidade de todos os nossos sacerdotes, e que também para que aconteçam novas vocações sacerdotais, pois é através das mãos ungidas deles que nos vem o nosso tesouro, que é a Eucaristia.

Em uma de suas cartas, Santa Teresa de Ávila ressalta: “se eu encontrar um Anjo e um Sacerdote em meu caminho, primeiro vou beijar as mãos do Sacerdote e só depois vou cumprimentar o anjo; pois é pelas mãos do Sacerdote que me vem a Eucaristia.”

Que esta frase possa nos ajudar a refletir um pouco melhor da tamanha importância que Nosso Senhor Jesus Cristo deu aos nossos Padres.

Eu particularmente, tenho muitos motivos para agradecer ao Senhor, pois pela minha vida passaram muitos sacerdotes que me fizeram  crescer espiritualmente e que me ajudaram a superar muitos momentos difíceis…

E neste sentido de oração, convido a todos vocês que lerem esta singela mensagem, a rezar por todos os Padres que já fizeram parte de sua vida.

Louvado seja Deus pelos Sacerdotes!!!

escrito por Roselara

jul 24

O lenhador e a raposa

 

lenhador

Há uma antiga história, de que eu particularmente gosto muito, que nos ensina a lição de pensar antes de agir, é sobre um lenhador. Vou partilhar com vocês:

Existia um homem que era lenhador e que tinha um único filho de poucos meses e uma raposa, que era tratada como um animal de estimação, de sua total confiança. Todos os dias, o lenhador ia trabalhar e deixava sua amiga, a raposa, tomando conta do bebê. Quando ele voltava, a raposa fazia festa pela sua chegada. Seus conhecidos o alertavam para os riscos, diziam que a raposa era um animal selvagem, que não era confiável; ao que ele respondia: “mas ela é minha amiga”. E as pessoas falavam e falavam dos perigos que a raposa representava e  que num dia ela, com fome, devoraria a criança. Certa vez, chegando em sua casa, muito cansado e cheio de tanta falação, encontrou a raposa com o mesmo “sorriso”de sempre, mas com os dentes ensangüentados. Então o lenhador não teve dúvidas; sem pensar duas vezes, tomado por um ódio incomum, com uma única machadada, partiu a cabeça da raposa. E correndo desesperadamente, foi ver o filho. Quando entrou no quarto, viu que o bebê dormia tranquilamente, e ao lado da criança estava uma cobra morta.

 

“Quando o ser humano pensa antes de agir, nunca escolhe o mal.”

(Platão)

escrito por Roselara

jun 27

Pensar e agir em oração

 mulher-orando

Quando somos nós mesmos diante de Deus, sem nenhuma máscara, e colocamos toda a nossa verdade diante d’Ele, esta é uma verdadeira oração. Independente de onde estamos, coloquemo-nos diante da presença do Senhor e ofereçamos toda a nossa vida e todos os nossos atos a Ele. Quanto mais autênticos somos, mais nos unimos a Deus e os limites e dificuldades que temos com os irmãos perderão a força, e o amor tomará o lugar da indiferença. (Luzia Santiago.)

 

Diante desta colocação, vamos refletir:

Precisamos estar sempre em oração, todos os dias, e o tempo todo. Mas, de que jeito?

Através de nossas atitudes.

No decorrer do nosso dia, passamos por diversas situações; e em cada situação precisamos agir como verdadeiros cristãos, porque o somos. Sabemos que isso não é tão simples assim, mas é necessário pensar antes de agir. Existe uma frase do grande filósofo grego Platão, que cabe muito bem nesse texto: “quando o ser humano pensa antes de agir, nunca escolhe o mal”; e é a mais pura verdade! Mas, e quando não temos tempo para pensar? Então, é hora de agirmos com amor, é isso que Cristo faria. Pois quando agimos com amor, não erramos porque não escolhemos o mal.

São Paulo nos ensina: “orai sem cessar”. (1Ts 5,17. Devemos perseguir esta frase, tanto no sentido literal, como também no sentido de nossos atos. E quando fazemos da nossa vida uma oração a alegria nos vem como conseqüência.

“Um dia sem oração é como o céu sem sol e um jardim sem flores.”

 (Papa João XXIII).

 

escrito por Roselara

jun 16

Olá irmãos e irmãs, a paz de Jesus a todos!

Gostaria de explicar que o blog estava com um “probleminha” de aprovação dos comentários. Agora está tudo atualizado. Saibam que eu assumi a responsabilidade de orar por cada um de vocês que pedem a nossa ajuda. Todos os dias ofereço uma dezena do Santo Terço pelas vossas intenções, dirijo os pedidos à equipe de intercessão do Grupo, e também coloco sobre o altar do Senhor na Santa Missa. Sinto muito se muitas vezes não conseguimos satisfazer todas as dúvidas, mas faço tudo de coração e com muito carinho. Agora também podemos contar com a ajuda do meu grande amigo Eguione, que é seminarista claretiano. E não dispenso em dizer que quando tiverem a oportunidade, busquem também uma direção espiritual com um Sacerdote, essa direção será muito importante na caminhada.

Agradeço imensamente a todos que visitam e interagem no nosso site, rezem por nós também, todos precisamos de oração.

Um forte abraço e fiquem com Deus!

 

Por favor, se ficou algum comentário sem resposta, envie novamente, obrigada.

 

Com carinho

Roselara

escrito por Roselara

jun 10

Reflexão sobre nossos questionamentos

 

 Como seres humanos, precisamos dos sinais da graça divina, e neste caso, fala-se muito das flores de Sta. Terezinha. O que é mais importante não são os sinais, pois eles podem ou não ser de fato um sinal de que o pedido foi ou será alcançado. Isso porque eu também recebo flores por email assim como milhares de pessoas recebem e não dizem nada a nós pois não estamos esperando, e passa até desapercebido muitas vezes. Agora, se eu estou esperando, todo e qualquer sinal que apareça uma flor já é uma esperança de que o meu pedido vai se realizar. Hoje é muito frequente receber emails e panfletos com flores. A pergunta que me faço é a seguinte: quando antes não existia esses meios (internet) então os sinais não se apresentavam, ocorriam menos milagres uma vez que era menos frequente receber flores senão naturais? 

 Os sinais nos ajudam em nossa fé, mas nossa fé deve ultrapassar todo e qualquer sinal, pois a fé madura é esperar no que é verdadeiro sem precisar de provas. É por isso que Jesus fala que devemos ser como as crianças: elas esperam dos pais sem ter que pedir provas de que eles as amam. A fé nos deve lançar nos braços de Deus, sem temor, assim como nossa Sta. Terezinha fez: “Permanecer criança aos olhos de Deus é reconhecer o seu próprio nada, esperar tudo de Deus, como uma criança espera tudo de seu pai; é não se preocupar com nada, não ganhar dinheiro. Ainda nas casas dos pobres, o filho recebe o que necessita; mas quando cresce, seu pai se nega a alimentar-lhe, e lhe diz: agora trabalha, podes bastar-te a ti mesmo. Eu não quis crescer, precisamente para não ouvir isso, sentindo-me incapaz de ter sucesso por mim por mesma a vida, a vida eterna do céu. Permaneci, pois, sempre pequena, sem outra ocupação que a de recolher flores, as flores do amor e do sacrifício, oferecendo-as a Deus para sua diversão.” (Sta. Terezinha) A fé desta santa que tanto amamos é essa fé que se joga aos braços do Pai, sem medo do sacrifício, da dor, da solidão. Sabe que Deus está junto dela. 

- A morte de um ente querido e no caso da mãe não pode ser visto como somente uma perda, mas, sobretrudo, como o verdadeiro encontro com Deus. Claro que sentimos, ainda mais de uma pessoa tão especial. Mais uma vez ao invés de tentarmos explicar o por quê das rosas que possivelmente foram um sinal, é melhor aprender de Sta. Terezinha o que ela entende por morte, pois o fato da morte da mãe de Alessandra é irreparável: “Não é ’a morte’ que virá me buscar, será Deus. A morte não é um fantasma, algo horrível, como se representa nas estampas.” 

 Concluindo, acredito que Deus nos manda sinais, e que os santos intercedem junto a Ele, mas nossos pedidos por melhores que sejam, nem sempre estão nos planos de Deus, que são um mistério para nós. O melhor a fazer, é continuar como sta. Terezinha confiando na divina providência, e mais do que pedir o que achamos ser melhor para nós, pedirmos Deus nos ajude a compreender seus mistérios, seu plano de amor por nós. Isso é ser devoto de Terezinha, é como uma criança lançar-se nos braços de Deus, sem esperar outra coisa senão amor, pois isso é o que Deus é e o que Ele sempre nos oferece. 

Espero que lhe ajude a formular uma resposta adequada à situação de Alessandra. E segue junto minhas orações.

Um abraço

Eguione, cmf.
 

“As grandes coisas são sempre coisas pequenas que percebemos”

(Markus Zusak)

escrito por Roselara

mai 19

Sobre Maria…

 

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Maio é o mês dedicado à particular devoção de Nossa Senhora. Fico me recordando da experiência que tive com a nossa Mãezinha do Céu, vou partilhá-la com vocês:

Eu não era devota de Nossa Senhora, e por muitas vezes questionei em meu interior os  dogmas e não conseguia me sentir sua filha. Isso me incomodava profundamente. Um dia eu estava muito angustiada por circunstâncias da vida, faziam poucos dias que minha avó materna tinha falecido, e meu marido começou a trabalhar em outra cidade. Comecei a me sentir muito sozinha, e então “desafiei” Nossa Senhora: se estivesse olhando pela minha angústia que me desse uma prova. Há algum tempo atrás, nos encontros de jovens que aconteciam em nossa comunidade, eu fazia uma palestra sobre a vida de Jesus Cristo, a realizei por muitos anos, e neste dia em que eu estava vivendo a minha angústia interior, recebi a visita dos jovens me convidando para fazer uma palestra. Eu estava certa de que era sobre Jesus. Depois de tudo combinado, os jovens me pediram se eu podia falar sobre Nossa Senhora! Comecei a chorar e contei o meu desafio à eles. Enfim, fui fazer a palestra e diante de 80 jovens pude testemunhar este fato que mudou todo o meu envolvimento com Maria, nossa Mãe. E lhes asseguro que senti a presença constante Dela ao meu lado.

Hoje tudo que peço e recebo do Senhor, passa pelas mãos de Maria, que aprendi a respeitar e amar. Se Jesus, que é o Meu Senhor, amou e respeitou Nossa Senhora, quem sou eu para fazer diferente?

 

 

 

Se você tem a sua experiência com Maria, partilhe conosco também,

 deixe seu comentário.

escrito por Roselara

mai 15

Olá irmãs e irmãos, a paz de Jesus a todos!

Gostaria de pedir perdão a todos pelo meu afastamento durante este período, passei por alguns tormentos interiores, mas o Senhor já me fez vencedora, glória a Deus!

Pude ver que a interação continuou, e fiquei imensamente feliz e agradecida. Mesmo não interagindo com vocês, continuei orando por cada pedido, só não estava em condições de respondê-los.

Que Deus abençoe a cada um e conceda graças abundantes em suas vidas, um forte abraço e fiquem com Deus!

Com carinho

Roselara

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escrito por Roselara

abr 20

Nesta última sexta (16/04), O nosso Santo padre o papa bento xvi, completou 83 anos de idade. e hoje (19/04), completam-se 5 anos que ele está à frente de nossa santa igreja.

 Esta reflexão é tudo que eu queria dizer, rezemos pelo nosso papa!

papa

Aristóteles dizia que o primeiro passo para a injustiça é a generalização. Ser justo significa ser verdadeiro e reto. Inverdades estão sendo desferidas contra o Papa como se fosse um criminoso ou pactuasse com a criminalidade.

A prática da Pedofilia é crime. Em alguns casos, crime hediondo. Merece repúdio e sanção. Ato abjeto, condenável, qualificado na esfera legal como singular exemplo de hediondez.

A pedofilia, entendida como a perversão sexual na qual um indivíduo tem atração sexual dirigida para crianças ou para adolescentes em início de puberdade, pode se exteriorizar em diversas condutas consideradas criminosas pelo Direito. São exemplos de crimes previstos no Código Penal os seguintes: estupro de vulnerável (“ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos” – art. 217-A), corrupção de menores (“induzir alguém menor de 14 anos a satisfazer a lascívia de outrem” – art. 218), satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente (art. 218-A) e favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de vulnerável (art. 218-B). Há também outras leis reprimindo a prática de pedofilia, como é o caso do Estatuto da Criança e do Adolescente, que criminaliza condutas de exposição de imagens de caráter sexual envolvendo crianças e adolescentes, nas mais variadas mídias, inclusive na internet (art. 241).

É importante destacar que o crime de estupro de vulnerável, incluído pela recente Lei 12.015/09, caracteriza-se inclusive quando a prática sexual tenha sido consentida pela criança ou pelo adolescente menor de 14 anos. Isso porque a lei traz uma presunção de violência, ainda que de ordem moral e mental, quando se pratica relação sexual com pessoa nessa idade. Não bastasse, para a caracterização do crime, não é necessário que se tenha consumado uma conjunção carnal, sendo suficiente que tenha havido atos libidinosos, quer se trate de relação heterossexual, quer se trata de relação homossexual.

E a pena para esse crime, que é considerado hediondo pela lei, é de reclusão de 8 a 15 anos.

O atual estágio civilizatório se erige sobre postulados arduamente conquistados, dos quais não se pode abrir mão, sob pena de retorno à barbárie. A opção pelo processo judicial já consiste em escolha ética, a substituir a justiça de mão própria.

Dentre os dogmas do processo penal contemporâneo, situam-se o contraditório e a ampla defesa e o princípio de que a sanção incidirá sobre o criminoso e não resvalará sobre outras pessoas.

O eixo da individualização da responsabilidade parece ter sido afetado nestes dias, por uma teimosa insistência em atribuir a Bento XVI culpa que ele não tem.

Em seu pontificado, o Papa reiterou o repúdio em relação a qualquer inobservância aos preceitos evangélicos. E sempre defendeu a dignidade humana. Sua primeira Encíclica foi sobre o Amor. Emocionou-se nos campos de concentração, sensibilizou-se com vítimas de desastres da natureza, acolheu mulheres e homens de todos os cantos do planeta, mostrando-se sempre magnânimo, terno e afável.

Em relação à pedofilia na Igreja, nítida a sua consternação. Pediu perdão às vítimas, lamentou que mais essa chaga continuasse a ser acrescentada ao atemporal sacrifício do Salvador. Diante disso, como se justifica o furor em execrá-lo, se não é pedófilo, se perfilhou frontalmente contra esse crime - se nunca se acumpliciou com os que agiram de forma injusta e criminosa?

Os infratores são eles, não o Papa. Este é o chefe de uma Igreja que tem milhares de sacerdotes santos, de leigos a caminho da santificação. Mas que é instituição humana, também falível e pecadora. E que, definitivamente, não é a instância encarregada de julgar os infratores da lei penal. Que cada infrator responda pelos seus atos e que seja julgado, conforme a lei.

Ratzinger é um pensador, um respeitado filósofo, reconhecido autor de uma obra consistente. Já integrava a Pontifícia Academia Vaticana de Ciências, seleto grupo de intelectuais de todo o mundo, sem distinção de crenças e dentre os quais figuram muitos galardoados com o Prêmio Nobel. É esse o homem que conduz, com sabedoria e prudência, a Igreja Católica.

Justiça, verdade, felicidade. Os valores aristotélicos continuam a nos desafiar. Punamos os que de direito e respeitemos os que fazem da missão um oráculo ao amor.

Fonte: www.cancaonova.com

GABRIEL CHALITA é docente universitário, Doutor em Filosofia do Direito e Semiótica, ex-Secretário da Educação do Estado de São Paulo e Vereador da Capital Paulista.

RENATO NALINI é desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo e Presidente da Academia Paulista de Letras.

 

escrito por Roselara

abr 10

 Festa da Divina Misericórdia

 

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A mensagem da divina misericórdia é que Deus é misericordioso. Ele é o próprio amor derramado por nós e quer que ninguém escape desse amor.A mensagem continua, O Pai  quer que recorramos a Ele com confiança e arrependimento, enquanto ainda é tempo. Essa volta com confiança a Ele, é a única fonte de paz para a humanidade. Recorrer a Deus e implorar a Sua misericórdia é a resposta para o mundo atribulado em que vivemos. Não se pode fugir dessa resposta.

A Sua misericórdia está sempre à nossa disposição, não importa o que tenhamos feito ou em que estado nos encontremos, mesmo que os nossos pecados sejam tão negros como a noite, e estejamos cheios de temores e ansiedades.

“Quanto maior o pecador, tanto maiores direitos tem  à Minha Misericórdia.” (Diário de Santa Faustina, 723).

Mas podemos fazer mais ainda: como católicos, como cristãos, podemos participar do Sacramento da Reconciliação e nos reconciliar com Deus e com os homens. O Senhor quer que vivamos com Ele e uns com os outros.

Não só devemos receber a Sua misericórdia, mas devemos usá-la sendo misericordiosos com os outros através de nossas ações, palavras e orações.

“Sede misericordiosos como também Vosso Pai é misericordioso.”(Lc 6,36)

“Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançarão a misericórdia.” (Mt 5,7)

A mensagem e a resposta da misericórdia é o conteúdo da Bíblia Sagrada, que não é algo novo. Em nosso século, Deus se revelou a Irmã Faustina, uma simples e santa religiosa na Polônia, na década de 1930. Ele a chamou para ser a Sua secretária e a Sua apóstola da misericórdia. Nosso Senhor não apenas ensinou a Irmã Faustina os pontos fundamentais da confiança e da misericórdia para com os outros, mas também revelou maneiras especiais para vivenciar a resposta. A palavra “devoção”significa o cumprimento das nossas promessas. É uma entrega da nossa vida ao Senhor. Entregando as nossas vidas à Divina Misericórdia – ao próprio Jesus Cristo – nós nos tornamos instrumentos dela para com os outros, e assim podemos vivenciar o mandamento do Senhor.

Jesus apareceu a Irmã Faustina com raios de luz vermelha e pálida saindo da área do Seu coração. Sua mão estava erguida para a benção, lembrando a cena da noite do Domingo de Páscoa. Pediu a ela que essa visão fosse pintada juntamente com as palavras “Jesus, eu confio em Vós”.

Jesus explicou que os raios representavam o sangue e a água que haviam brotado de Seu lado perfurado, e ensinou esta oração: “Ó sangue e água, que brotastes do Coração de Jesus como fonte de misericórdia, eu confio em Vós”. (Diário 84).

Nosso Senhor também pediu a Irmã Faustina, para ela rezar e esforçar-se para estabelecer a Festa da Divina Misericórdia no domingo depois da Páscoa, e lhe disse: “Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar, alcançará o perdão das culpas e das penas.”(Diário 699).

Nós podemos celebrar esse Domingo da Misericórdia indo nos confessar e comungar neste dia. Podemos exaltar a misericórdia do Senhor através de nossas orações e obras de caridade.

“A humanidade não encontrará a paz enquanto não se voltar, com confiança, para a “Minha Misericórdia.”

 

Extraído do livreto do Apostolado da Divina Misercórdia.

 

 Vídeo: Ricardo Sá canta a misericórdia 

escrito por Roselara

abr 01

Faxina no coração

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 Hoje, com a celebração da Missa do Lava-Pés, se inicia o Tríduo Pascal que é o ápice da preparação para a grande Celebração da Páscoa, você já “arrumou” o seu coração para acolher o Cristo Ressuscitado?

Se ainda não “arrumou”, não perca mais tempo e comece a “limpeza” agora, é preciso!

Com o gesto de lavar os pés dos Apóstolos, o Senhor nos ensina a humildade, e foi nesta mesma noite que entregando um pedaço de pão a Judas, Ele também nos dá o exemplo do perdão, pois naquele momento Jesus antecipou o seu perdão ao traidor, porque sabia que não iria ter a oportunidade de vê-lo novamente.

É impossível vivenciar estes grandes momentos de preparação para o grande dia, se existe a falta do perdão em nós, tudo se torna artificial.

Ainda está em tempo, só depende de nós mesmos, abramos a porta do nosso coração, que é a morada de Deus, e iniciemos a “faxina” necessária.

Vamos rezar?

Senhor Jesus, me ajude a ter a humildade do perdão em minha vida. Gera em meu coração Senhor, a sensibilidade para que eu possa buscar tudo aquilo que falta em mim para aceitar o fato de que eu preciso perdoar!

Sei que preciso mudar os meus pensamentos, sei que preciso mudar os meus atos, e te imploro Senhor: conduz os meus pensamentos  para a mudança dentro do meu interior para que eu possa celebrar verdadeiramente a vitória Contigo. Amém! 

 

escrito por Roselara